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Itália e Paris

Viagem D. Ana – 2018



Em abril de 2018, minha mulher fez uma viagem com sua mãe, D. Ana, começando pela Itália e terminando em Paris. Eu só pude acompanhá-las a partir de Florença, segunda cidade do roteiro. Vamos contar aqui todos os detalhes desse passeio show!


O embarque foi no dia 25 de abril às 11:00 h, no voo JJ3511 operado pela Latam, do Rio para São Paulo. De lá para Roma, o voo JJ 8180, saiu às 16:05 h e chegou às 09:05 h do dia seguinte.



A hospedagem foi no hotel I Tre Moschettieri em Trevi, na Via Sciarra Nr 61, esquina com a Via del Corso. Além de ser confortável, é muito bem localizado (repetimos, a localização é o ponto alto de uma viagem): ao lado da Fontana de Trevi, a 5 min do Pantheon e da Piazza di Spagna. Pode se fazer absolutamente tudo a pé. Até para o Vaticano são 20 minutos de caminhada. Não é a toa que está com o review excelente no TripAdvisor.


O tour começa pela Fontana di Trevi. Com toda a sua imponência e beleza, essa fonte do século XVIII, é uma das obras mais visitadas da cidade de Roma. Começou a ser projetada em 1732, por Nicola Salvi, após uma competição anunciada pelo Papa Clemente XII para modernizar a antiga fonte que fazia parte de um aqueduto, que alimentava Roma.

Uma das hipóteses mais prováveis para a origem do nome foi devido as “Tre Vie”, três ruas que se encontravam na Piazza Trevi. O destaque da enorme fonte é a estátua de Netuno, Deus do Mar. O monumento todo tem quase 20 m de largura e 26 m de altura. Mas o que marca mesmo esta fonte é a tradição popular após o filme americano Three Coins in the Fountain, de 1954. Reza a lenda que as pessoas que viram as costas para a fonte e jogam uma moeda com a mão direita sobre o ombro esquerdo, retornam a Roma. Por vezes até 3000 euros são coletados em um único dia. Toda noite as moedas são retiradas da fonte e o dinheiro é doado aos necessitados. As inscrições que vemos no monumento são homenagens aos papas envolvidos na construção. E, por último, a Fontana di Trevi é coroada com o Brasão de Armas do papa Clemente XII.




Como dissemos, a Piazza di Spagna também era muito perto do hotel e o roteiro segue por ela, outro importante ponto turístico de Roma. Tem esse nome, pois no séc. XVII todo o seu contorno era propriedade da embaixada da Espanha. A praça dá acesso à Igreja Trinità dei Monti, através de 135 degraus e ainda tem uma famosa área para compras ao seu entorno. Lojas como Armani, Valentino, Prada e Gucci estão por lá. A fonte situada no centro da praça, Fontana della Barcaccia foi criada por Pietro Bernini para o Papa Urbano III. A fonte possui forma de barco e tem gravados os emblemas da família Bernini: sóis e abelhas.






Pertinho, a cerca de 700m, a visita continuou na Piazza del Popolo. No centro da praça, existe um obelisco egípcio. Três lados do obelisco foram entalhados durante o reinado de Seth I e o quarto lado, durante o reinado de Ramses II. O monumento é chamado de Obelisco Flaminio ou Obelisco Popolo. Ele tem 24m de altura, tornando-se um dos mais altos de Roma. Além disso, é também o segundo mais antigo. Em volta do obelisco há quatro pequenas fontes, cada uma com a estátua de um leão. Na Piazza del Popolo também se encontram as igrejas gêmeas de Santa Maria Montesanto e Santa Maria dei Miracoli.




Dia 27 – Andando por 7 minutos desde o hotel, chega-se ao Pantheon, próxima etapa do roteiro. É simplesmente a obra arquitetônica mais bem preservada da Roma Antiga, ou seja, mais de 2 mil anos de história. Foi encomendado por Marco Agripa durante o reinado do imperador Augusto e reconstruído por Adriano, no ano 126. A cúpula do Panteão é a maior cúpula de concreto não reforçada do mundo! Maior do que a cúpula da Basílica de São Pedro. A praça em frente chama-se Santa Maria Rotonda por causa do formato da cúpula. A praça conta com uma fonte e um obelisco no centro.







Saindo dali continuaram para a Piazza Navona, pelas ruelas adjacentes.

A Piazza é um espaço muito agradável no centro histórico romano, onde tem muitos cafés, restaurantes e artesanato. O que a torna um dos mais belos espaços públicos da cidade eterna é a presença de três fontes lindíssimas.

A Fontana dei Quattro Fiumi, ao centro, com um obelisco egípcio, homenageia quatro grandes rios: Nilo, Danúbio, Prata e Ganges.





Da Piazza seguiram para o Campo de Fiori. Essa é uma praça rodeada por cafés, lojas, restaurantes e feira com frutas, azeites, temperos e até mesmo roupas.




Em seguida visitaram uma exposição sobre Leonardo da Vinci.






O tour segue pelo Coliseu e pelo Arco de Constantino. Este ultimo é um arco triunfal de Roma, construído por ordem do Senado Romano para comemorar a vitória do imperador Constantino sobre Maxêncio, na Batalha da Ponte Mílvia, em 312. Localizado entre o Coliseu e o monte Palatino, o arco foi inaugurado em 315. Wikipédia



O Coliseu, por ser um dos monumentos mais emblemáticos da história, merece destaque por ser um ícone da cidade.

A construção do Coliseu de Roma começou em 72 d.C. Ele abrigava entre 50 e 80 mil pessoas. A população de Roma não pagava para entrar, por isso tanto sucesso e casa cheia. Uma das curiosidades mais incríveis do Coliseu é que ele foi palco de simulações épicas de batalhas navais e concluindo, recebeu mais de 7,4 milhões de visitantes em 2018.






Na lista de visitas essenciais para se fazer em Roma, sempre consta o Foro Romano. Sem dúvida tão famoso quanto o Coliseu, que está a poucos metros de distância:






Bem perto também, localiza-se a Piazza Venezia, que abriga o grandioso Monumento Vittoriano. Dali partem duas avenidas bem conhecidas de Roma, a Via Del Corso (rua da esquina do nosso hotel), que vai até a Piazza Del Popolo e a Via dei Fori Imperiali, que segue até o Coliseu. Este imponente monumento começou a ser construído em 1888 e inaugurou em 1911, em homenagem a Vittorio Emanuele II, o primeiro rei da Itália. Apesar da sua grandiosidade foi um monumento controverso desde a construção, pois destruiu parte do Monte Capitolino e recebeu a alcunha de Elefante Branco ou Máquina de Escrever, pelos romanos. Desde 1921, acolhe o túmulo do soldado desconhecido e ali toda hora cheia ocorre a troca da guarda.




Dia 28 – Os Museus do Vaticano reúnem cerca de 54 galerias e pelo menos quatro horas de visita. Junto com a Capela Sistina foi o roteiro do dia. A Capela recebeu este nome, pois deriva do Papa Sisto IV que ordenou a restauração da antiga Cappella Magna, entre 1475 e 1481. Sabia que Michelangelo levou quase dez anos de sua vida para finalizar esta obra-prima da pintura, que cobre o teto e as paredes do altar da Capela Sistina? É também ali que se realiza o Conclave, cerimônia na qual a cúpula da igreja católica realiza a escolha de cada novo Papa.

Começamos com uma excursão a pé, pelos Museus do Vaticano e depois Capela Sistina e Basílica de São Pedro, com guia falando em português. Contratamos da agência VIATOR e fizemos tudo pelo site deles: www.viator.com

Pegamos um UBER do nosso hotel até a entrada dos Museus do Vaticano (aonde foi marcada a saída da nossa excursão).

Alguns pontos importantes:

- Essa excursão envolve longas caminhadas, por isso recomendamos o uso de sapatos confortáveis;

- Os visitantes passam por detectores de metal e o tempo estimado para passar pela verificação de segurança é de 20 a 30 min.

- A entrada nos Museus do Vaticano requer vestimentas adequadas (confira no site dos Museus) e esse código de vestimentas é rigidamente exigido














Dia 29 – Com grande estilo comemorávamos o aniversário da D. Ana em Roma. A viagem foi planejada com três intuitos. Primeiro, celebrar o niver, segundo, para ela conhecer a Europa e terceiro, visitar Rimini, cidade de onde partiu a sua mãe para o Brasil.


Domingo é dia de Angelus e é um dos dias em que você pode receber a benção do Papa. Acontece normalmente aos domingos, ao meio-dia, quando o Papa dá a benção aos fiéis na Piazza San Pietro, no Vaticano.


"Toda atividade, pequena ou grande que seja – o trabalho e o descanso, a vida familiar e social, o exercício de responsabilidades políticas, culturais e econômicas - toda atividade, se vivida em união com Jesus e com uma atitude de amor e de serviço, é uma oportunidade para viver em plenitude o Batismo e a santidade evangélica".

Foi o que disse o Papa Francisco na alocução que precedeu neste V Domingo de Páscoa, (29/04) a oração mariana na Praça São Pedro, diante de fiéis e peregrinos de todas as partes do mundo.

Aniversário de 75 anos, abençoado pelo Papa Francisco, em Roma! Realmente muito especial e inesquecível!








O tour continuou pelo Castel Sant’Angelo – é um dos monumentos simbólicos de Roma. Com seus 48 metros de altura, é visível e reconhecível de toda a cidade. Mas por trás de sua majestade, há 2.000 anos de história que o tornam um verdadeiro tesouro de arte e cultura. Vamos às curiosidades sobre este esplêndido edifício da época romana:

No local foi erguido o Mausoléu de Adriano para garantir um enterro digno para ele e sua família. A sua estrutura original é agora irreconhecível , mas persistem os alicerces da base, a entrada monumental e a câmara mortuária. A única via monumental de acesso da cidade ao túmulo era a Pons Elius, a atual Ponte Sant’Angelo. Com o tempo e inúmeras guerras e ataques, o mausoléu se tornou um castelo para defender a cidade. No início de 1500 começou o pontificado do Papa Júlio II della Rovere, que começou a coletar as obras de arte hoje preservadas nos Museus do Vaticano. Durante cerca de um ano decidiu fazer do Castel Sant’Angelo a sua residência. A ponte é decorada com as estátuas de São Pedro e São Paulo encomendadas pelo Papa Clemente VII em 1533. Essas duas esculturas foram seguidas pela série de anjos encomendada pelo Papa Clemente IX e criada pelos alunos de Bernini sob sua orientação.







E assim se encerrava o tour pela cidade eterna. Esta forma carinhosa de chamarmos a cidade se dá pelo fato de que na Roma Antiga era assim que se referiam à mesma, pois reza a lenda de que os romanos acreditavam que independentemente de qualquer coisa que viesse a acontecer, Roma nunca deixaria de existir.


Dia 30 – Viagem de trem bala para Florença (12:45 h / 14:17h).






Instalação no hotel Magenta. Pense em um atendimento espetacular, café da manhã muito bom, localização excelente no centro histórico, um preço compatível com a cidade e perto de tudo a pé, assim é o hotel. Enquanto isso, eu viajava do Rio para Florença, voo LH 501 da Lufthansa (22:10 h / 14:30h), com conexão em Frankfurt (16:50 h/ 18:20h).


Dia 01 de maio – Ida de trem das "meninas" para Pisa, bate e volta de Florença no mesmo dia, a fim de conhecer a famosa Torre. Afinal, porque ela é torta? O motivo é basicamente porque o local é instável e possui um grau de compactação extremamente baixo no solo. A fundação da estrutura é muito rasa e o solo no local é composto de muita areia e argila, resultantes dos depósitos dos rios Arno e Serchio. Inicialmente, os engenheiros tentaram consertar a inclinação, mas não adiantou. A Torre de Pisa fica na Praça dos Milagres. Ela começou a ser construída em 1174 e foi projetada para abrigar o sino da catedral da cidade. A estrutura começou a inclinar, 0,2 graus, quando três dos oito andares já estavam prontos e foi finalizada em 1350, com 56 m de altura. A inclinação aumentava em média 20 mm ao ano. Com o passar dos séculos, isso foi aumentando a ponto de ficar com 5,5 graus. A partir de 1990, engenheiros instalaram equipamentos de contenção abaixo da torre, solucionando temporariamente o problema. Em 2008, um novo projeto tentou parar definitivamente a inclinação, mas só o tempo dirá se deu certo mesmo. À noite nos reencontramos no Hotel em Florença, celebrando com um bom vinho italiano!








Dia 02 – Começamos o nosso tour a pé, pois como dissemos o hotel era a uma quadra do Rio Arno. Caminhando para a Ponte Vecchio, tiramos a foto abaixo:





A ponte acima está localizada entre as Pontes Vecchio e Alla Carraia e leva o nome da Igreja vizinha, Santa Trinità, sendo uma das mais belas pontes de toda a Itália e uma das mais elegantes da Europa. Construída em 1252 com o patrocínio da família Frescobaldi, une a Piazza Santa Trinita à Piazza de Frescobaldi.


“A Ponte Vecchio é uma Ponte em arco medieval sobre o Rio Arno, famosa por ter uma quantidade de lojas ao longo de todo o tabuleiro. Acredita-se que tenha sido construída ainda na Roma Antiga e era feita originalmente de madeira.” Wikipédia




Dali fomos para a Piazza dela Signora. Durante o Império Romano, a praça contava com uma instalação termal. No início da Idade Média, as termas desapareceram e a praça foi tomada paulatinamente por artesãos. A praça adotou sua forma atual em meados do século XII e foi pavimentada no final do século XIV. O Palazzo Vecchio é o edifício mais característico da praça. Em sua entrada, fotografamos as esculturas de David de Michelangelo (cópia), Hércules e Caco.





“Palácio Velho” de Florença, localizado em frente a Piazza della Signoria, é um dos marcos da capital da Toscana. Sua construção começou em 1299, obra de Arnoldo de Cambio, e terminou quinze anos mais tarde. Inicialmente, o palácio servia como sede da Signoria (por isso foi chamado de “Palazzo della Signoria“), o principal órgão do governo da República Florentina. O que mais chama a atenção é a impressionante Torre de Arnolfo, com seus 94 metros de altura, a mais alta da cidade. Hoje, dentro do Palazzo Vecchio funciona um museu onde estão expostas obras de arte dos grandes artistas da fase da Renascença italiana.





Em seguida, visitamos outra das principais atrações de Florença: o Duomo. Complexo que inclui a Catedral de Santa Maria del Fiore, o Batistério, o Museu dell’Opera, o Campanário de Giotto e a cúpula de Brunelleschi. A catedral é resultado de um trabalho que se estendeu por seis séculos e a igreja impressiona pela fachada de mármore branco e verde:








Pertinho do Duomo, fomos então para o Mercado Central de Florença, que é o centro da gastronomia toscana e um ótimo lugar para se conhecer queijos, presuntos, vinhos, etc e onde também almoçamos a autentica bisteca fiorentina. Curioso que o termo bisteca surgiu de uma italianização de "beaf-steak". A nossa estava deliciosa!









Nada como um gelato italiano, né? Saboreamos nesta sorveteria: Perche no! Maravilha.



O David de Michelangelo (original) que já ficou em frente ao Palazzo Vecchio, encontra-se atualmente na Galeria da Academia de Belas Artes, e fomos até lá. Entretanto, a fila para o ingresso era de duas horas e desistimos, nos contentando com a cópia que fotografamos anteriormente. Ainda fomos de ônibus até o mirante da cidade, na Praça Michelangelo, a praça mais alta de Florença e o lugar com a vista panorâmica mais bonita da cidade, daquelas que rendem fotos de cartão postal! Um prato cheio para a minha mulher, que adooora fotografar!










Dia 3- Viajamos de carro alugado até Rimini. Foram 220 km em pouco mais de duas horas. Ficamos no Hotel La Gradisca. Muito bom e com uma decoração diferente, baseada nos filmes de Fellini, como La Dolce Vita e outros. A localização é perfeita! Junto à avenida principal, repleta de bares e restaurantes, além de ser em frente à praia.

Rimini é uma cidade na costa adriática, na região Emilia-Romagna de Itália. É conhecida pelas discotecas junto à praia e pelas águas de pouca profundidade.

Incluímos esse balneário porque a avó da Carla, Maria (mãe da D. Ana) passou a infância e parte da adolescência lá, num orfanato. A história é um pouco triste...resumindo... a mãe dessa sua avó Maria (todos a chamavam de Tini, por causa do sobrenome Santini) havia morrido no parto do 3º filho, aos 22 anos. O marido dela foi para a guerra e não tinha como deixar os 3 filhos pequenos. Por isso, distribuiu os 3 em orfanatos diferentes, pois não havia vaga para ficarem juntos. A história inteira daria um livro! Quem sabe um dia eu me animo...rsrs.




Almoçamos perto do hotel neste restaurante abaixo, muito bom e depois demos um pulo na praia. Chama a atenção para nós brasileiros que o dispositivo dos guarda-sóis e cadeiras é todo alinhado.










Dia 4 - Fizemos um passeio a pé desde o hotel até a parte histórica da cidade, cerca de 30 minutos. Passamos pelos Parques Renzi Elisabetta, Maria Callas e Alcide Cervi.








Primeiro ponto turístico da cidade velha é o Arco de Augusto, foto acima. Ariminum é o nome antigo da cidade. Ele foi erguido em 27 a.C. por ordem do senado romano e marcava o fim da Via Flaminia, que ligava Ariminum a Roma. O original é só a parte branca. As partes construídas no alto são medievais, do século X. Passeamos pelo centro até o Castel Sismondo. É um castelo que foi construído por Sigismondo Pandolfo Malatesta, senhor de Rimini, a partir de 20 de março de 1437, mas apenas o núcleo central desta estrutura permanece original. A construção durou cerca de 15 anos. O castelo-palácio foi originalmente rodeado por um grande fosso.






Pertinho dali fica a Ponte de Tibério, onde eram os limites do outro lado da cidade histórica. Ela foi concluída em 20 d.C., durante o reinado de Tibério. É incrível poder ver uma ponte de mais de 2000 anos em pé.







Almoçamos mais uma vez perto do hotel, em outro restaurante. A massa é artesanal, feita ali na nossa frente, no meio do restaurante. Deliciosa! Depois fizemos outro passeio pela praia, pra tentarmos queimar um pouquinho as calorias. Só dá massa e vinho!!

A D. Maria (Tini, avó da Carla) contava que a maior felicidade do mundo era ir à praia uma vez ao ano, no verão, e assim, se desse sorte, poderia ver os seus irmãos, que também iam à passeio com os seus Orfanatos. Se encontravam-se era uma choradeira só...se abraçavam muito! Aiaiai...que triste!








Dia 5 - Antes de partimos para Veneza, tentamos encontrar o antigo orfanato onde a D. Maria morou em Rimini. Infelizmente não achamos, se é que ele ainda existe. Rodamos 265 km em quase três horas de viagem e chegamos ao aeroporto Marco Polo, Veneza, onde devolvemos o carro. Embarcamos em um aerobarco com destino à nossa hospedagem.




Ficamos em um apartamento tipo Airbnb, reservado pelo Booking, perto da Basilica dei Santi Giovanni e Paolo, de novo, muito bem localizados e o ap possuía até um terraço.








Dia 6 - Domingo. Assistimos uma missa na Igreja vizinha de São João e São Paulo e fizemos os passeios típicos pelos canais e vielas da cidade, passando pela Piazza San Marco, onde subimos na Torre do Campanário, Ponte dos Suspiros e o famoso passeio de gôndola:




























Na volta para a nossa "casinha" fui seguir o mapa, pois são muitas ruelas e fácil de se perder. Mas acho que foi pior ainda, pois fomos nos metendo em ruas tão estreitas, que mal podíamos nos virar! Aí então percebi que estávamos perdidos. Custamos bastante para achar o caminho certo, mas enfim chegamos!




Curtimos muito a bela e romântica Veneza. Infelizmente chegou o dia de partirmos, mas o que nos consolava é que estaríamos indo para a França, diretamente para Paris e ali encontraríamos a Malu (minha filha).


Dia 7 - Viajamos entre os aeroportos Marco Polo e Charles de Gaulle, na segunda -feira, com partida de Veneza às 13:00h e chegada às 14:45 h, em Paris. Nos hospedamos no Íbis Paris Tour Eiffel, ótima escolha. Localizado na Rue Cambrone, Nr 2, fica a 15 minutos a pé da Torre. Além de possuir boas acomodações, seu café da manhã é muito bom e fica bem perto de uma linha do metrô.

Para nossa felicidade, ao final da tarde deste dia, encontramos com a minha filha, que estava fazendo um intercâmbio na Universidade Saint Denis, Paris 8.

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Dia 8 - Começamos pela Torre Eiffel, o nosso tour pela Cidade Luz. Sabe a razão desse apelido?


"Paris foi o berço do Iluminismo e se tornou famosa em toda a Europa por se transformar em um centro de educação e nascimento de novas ideias. A cidade atraiu inúmeros artistas, filósofos, pensadores, inventores e todo tipo de cientistas, além de ser palco do surgimento de incontáveis tecnologias novas – e acabou ficando conhecida como “La Ville-Lumière” ou “Cidade Luz”. Internet.











Depois passeamos pela Champs Elysee e Arco do Triunfo, já com a companhia da Malu. Terminamos o tour do dia com um por-do-sol memorável na Torre:












Dia 09 - Começamos o dia visitando a Capela da Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, Nossa Senhora das Graças, a qual somos devotos e onde assistimos uma missa. No site oficial abaixo em português, tudo sobre o milagre:


Depois fomos até a Sacre Coeur. Aproveitamos e visitamos o apartamento que a minha filha estava morando, bem pertinho da Igreja. Em seguida almoçamos no restaurante onde a Mari trabalhava. Essa sua amiga dividia o ap com a minha filha.



















Por ultimo, fizemos um passeio de barco pelo rio Sena: