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Myanmar



No dia 24 de março voamos pela Air Ásia para Myanmar, vindos da Tailândia, em mais uma etapa do nosso mochilão de 2017 pelo Sudeste Asiático (S.A).

Decolamos de Bangkok às 11:10 h e chegamos as 12:30 h em Mandalay. Nos instalamos no Link 78 Boutique Hotel. Localizado no centro de Mandalay, em frente à estação ferroviária, é um hotel com ótimo custo benefício (65 USD$, a diária). O atendimento do staff foi maravilhoso. O quarto era muito bom, assim como o café da manhã. Só faltou a piscina pra ganhar uma nota excelente, afinal de contas, o calor na cidade era assustador.

Nosso roteiro pelo país foi Mandalay, Bagan e Yangon. Escolhemos Mandalay como porta de entrada, pois recebe voos como o nosso e alem disto, irá facilitar a nossa ida para Bagan, por via rodoviária.


Reparou o alfabeto Birmanês acima?

Viajar pelo Myanmar foi praticamente entrar no desconhecido, pois essa nação ainda estava em processo de abertura desde 2011, após ficar isolado do resto do mundo por 50 anos, isolamento este imposto por uma ditadura. O costumes e a cultura dos birmaneses foi uma surpresa para nós. Homens vestidos de 'Longyi', uma espécie de saia, mulheres e crianças com os rostos pintados de 'pó de tanaka', a mastigação do 'betel' (explicaremos ambos depois) e muita gente, mesmo, olhando para nós sem disfarçar, fazendo-nos parecer extra-terrestres. Minha mulher sentiu-se uma celebridade, pois mais de uma vez pediram para tirar fotos com ela. É um país muito pobre, ainda, devido ao isolamento que deixou rastros de decadência bem perceptíveis nas cidades que visitamos. Muitos edifícios em péssimo estado de conservação com ruas esburacadas e muito mal iluminadas. Em muitos momentos, andamos por ruas completamente escuras, sem nenhum exagero. Vimos até ratos em locais próximos ao nosso hotel em Yangon. Entretanto, é um país superseguro, de um povo muito simples, simpático a beça e sem malícias. Esperamos que a modernidade e os bens de consumo demorem a influenciar estas virtudes do povo.


Começamos nossa visita em Mandalay pela U-Bein Bridge que é a maior e mais antiga ponte de madeira do mundo, com mais de 150 anos e 1,2 km de comprimento. Fomos assistir o pôr do sol na ponte.








Aqui foi a primeira vez que uma senhora birmanesa pediu para fazer uma foto com a minha mulher.



Aqui outra...






Após caminharmos pela ponte e curtirmos a estrutura de madeira, contratamos um barquinho a remo para ver o pôr do sol.








Notamos, como mencionado, um hábito muito comum entre os homens: mastigar a folha do betel que tinge suas bocas e dentes de vermelho. É uma mistura com uma folha de betel videira, noz de areca, a cal apagada ( hidróxido de cálcio) e algum aroma, embora muitos mastigadores de betel também usam tabaco. Ele é mastigado por seus efeitos estimulantes e psicoativos.




O piloto do barco mascava muito e cuspia em uma garrafa vazia, mas muitos cospem no chão mesmo.

No passeio de barco, encontramos um grupo de turistas que celebrava algo, bebendo:



Ao lado do píer, vimos a prática de um esporte favorito pelos birmaneses, o sepaktakraw... “ou simplesmente takraw que é um desporto nativo do Sudeste Asiático, similar ao futsal, mas no qual se utiliza uma bola de rattan (espécie de cana de bambu) e só se permite aos jogadores utilizar os pés e a cabeça para tocar a bola. Misto entre futebol e voleibol, é um desporto muito popular no S.A.”







A ponte é utilizada como cenário fotográfico até para casamentos:



No sábado, para mergulhar na cultura e viver o intramuros da cidade, contratamos um guia local, Mr. Kusai, para nos conduzir pelas atrações. Combinamos que o tour sairia cedo, pois como o calor seria intenso, faríamos uma parada longa para o almoço no hotel e continuaríamos após às 15h.





Iniciamos pelo Monastério de Bagaya todo de madeira.


"O Mosteiro de Bagaya, região de Mandalay, Birmânia (Myanmar) é um mosteiro budista construído no sudoeste do Palácio de Inwa. Este magnífico mosteiro também é conhecido como Maha Waiyan Bontha Bagaya Mosteiro. Durante o reinado do rei Hsinbyushin (1763-1776), Maha Thiri Zeya Thinkhaya, o oficial da cidade de Magwe construiu o mosteiro no estabelecimento monástico Bagaya e dedicado a Shin Dhammabhinanda. É uma das atrações turísticas famosas na Birmânia" Internet.



É bonito, interessante, principalmente por seus trabalhos em madeira, mas poderia conter mais informações a seu respeito. Não as vimos em lugar nenhum.




Na parte de trás, visitamos as casas dos monges, onde até tentamos conversar com um deles em vão, pois seu inglês era fraco.



Depois, fomos visitar uma fábrica de folhas de ouro. O processo é todo manual e vimos os trabalhadores martelando o ouro até extraírem pedaços finíssimos de folhas, em um processo que demora cerca de seis horas. Haja braço.



Compramos um pacote das folhas finíssimas, marteladas in loco, por 5 USD$ e ganhamos de brinde uma outra para colocarmos no rosto:






Ali também, vimos como se produz o pó de tanaka que é extraído da árvore de mesmo nome. Eles ralam o tronco da madeira e produzem uma pasta para pintar o rosto. O objetivo é usá-lo como protetor solar e refrescar a pele.




Depois, fomos ao 'Templo do Buda Mahamuni` que é um templo budista e principal local de peregrinação, localizado a sudoeste de Mandalay. A imagem do Buda Mahamuni é divinizada neste templo e originalmente veio de Arakan'.Wikipédia


Fomos lá em um dia que era feriado em Mandalay. Estava lotado de fiéis do budismo. Seria em termos de importância parecido com o nosso dia de N. Sra Aparecida.

Como havíamos parado na fábrica de folhas de ouro antes de ir ao templo, aproveitamos para eu depositar duas folhinhas no Buda como inúmeros fiéis também o faziam. Tantas folhas já foram coladas nele que camadas extras foram se acumulando, deformando o Buda original. Está difícil para ver, mas estou lá no Buda pregando as folhas:





Outro fato marcante para nós sobre o templo, é que as mulheres podem ficar próximas, mas não podem depositar as folhas no Buda. Só os homens.






Vimos até roupas de gala no feriado:



Aliás, por conta deste tipo de tradição, o guia nos contou que os locais não têm poupança já que o dinheiro que sobra é para comprar as folhas de ouro do Buda.


Ainda pela manhã passamos por uma fábrica de estátuas de madeira e por outra de esculturas de mármore.







Depois, visitamos o mercado de Jade. Segundo o nosso guia passam cerca de 100 mil pessoas por dia no local. Não vimos tanta gente pois era hora do almoço. O mercado é uma grande feira ao ar livre com as barracas sobre o chão de terra batida. O comércio é dominado pelos chineses que idolatram o jade. Soubemos que no norte do país, perto da fronteira com a China, (na região de Kachin - região produtora de jade) ainda existem muitos conflitos e trabalho escravo, patrocinados pelo vizinho.


Antes do almoço visitamos o Mandalay Royal Palace. Esse é o último palácio real da monarquia birmanesa. O mesmo foi construído entre 1857 e 1859. Grande parte do complexo do palácio foi destruída durante a Segunda Guerra Mundial por bombardeios aliados. Apenas a casa da moeda real e a torre de vigia sobreviveram. Uma réplica do palácio foi reconstruída na década de 1990 com alguns materiais modernos.







Demos um “brake” no tour para almoçarmos no ar condicionado do hotel e fugir do intenso calor.


Retomamos às 16 h quando fomos para a área norte da cidade. O monastério de Shwenandaw ou Palácio Dourado está malconservado, inclusive com placas informando para se ter cuidado. Uma pena, pois o antigo Golden Palace é muito interessante sendo todo de madeira e muito bem trabalhada.


'The monastery is known for its teak carvings of Buddhist myths, which adorn its walls and roofs. The monastery is built in the traditional Burmese architectural style. Shwenandaw Monastery is the single remaining major original structure of the Palace today.'



Na chegada da Kutodaw Pagoda, fiz uma pintura na face com pó de tanaka, desenhada por uma menininha e ao lado dela, outra menina, me ofereceu flores. Eu disse que não queria, pois não teria utilidade para mim e ela me disse: Dá para o Buda! Acabei comprando.




A Pagoda contém 729 placas de mármore branca, um show! São conhecidas como o maior livro do mundo. Cada uma das placas conta uma parte da história de Buda e estão abrigadas em estupas brancas. Infelizmente, as placas só estão escritas em birmanês.



Ao lado da Kuthodaw, está a Sandamuni Pagoda, famosa também pelas várias estupas brancas com pontas douradas e pela grande estupa dourada no centro. Todas formando um cenário bem fotogênico:








Subimos então na Mandalay Hill de carro. Valeu a pena pelo local, pelos mosaicos do templo e pelo pôr do sol. Este é diferente do resto do mundo, pois devido a uma névoa seca constante nesta região, o sol fica alaranjado. Lindão demais:




Conversamos com um monge muito simpático no templo que fica no topo do morro. 'At the top of the hill is the Sutaungpyei (literally wish-fulfilling) Pagoda'.








Só que gostaríamos de ter tirado esta foto abaixo, numa visão de cima das pequenas pagodas do Kuthodaw e da Sandamuni pagoda. Para tal, o acesso é por uma escadaria que dá acesso a um outro mirante, não o que subimos de carro.



Após a descida, ainda visitamos a Kyauktawgyi pagoda. Muitas luzes a decoram, o que a torna fascinante:






No dia 26 de março fomos para Bagan de Micro-ônibus. Se por um lado vimos duas grandes cidades do país, nesta viagem conferimos a realidade da pobreza rural do seu povo. A começar que só faltaram as galinhas e papagaios no micro, pois até uma carga com mudança havia. O senhor que estava levando essa carga e toda a sua família, mesmo visivelmente sem posses, deu uma garrafinha de água para cada um dos passageiros (foi maravilhoso, pois o calor estava surreal). Acreditamos que tenha feito isso tentando agradecer pelo incômodo das suas bagagens estarem praticamente no colo de todos! A Carla se emocionou...




Chegando na cidade tivemos de pagar um pedágio, de 20 dólares cada. Birmaneses são os únicos que não precisam pagar essa taxa. Recebemos um ticket, que precisa ser levado a todos os templos e pagodas, comprovando que você fez o pagamento da taxa. Guarde bem esse ticket, pois às vezes ele é pedido.

Outra curiosidade é que Myanmar, como ex-colônia britânica, seguia a mão inglesa nas ruas e os carros eram todos feitos para serem dirigidos assim. Todavia, com a ditadura, o governo militar resolveu alterar a mão como forma de livrar-se do colonialismo. Sentimos a dificuldade do nosso guia em Mandalay, ao fazer as ultrapassagens com a direção do lado contrário.


Nossa sorte é que esse micro-ônibus que viajamos para Bagan era mais "moderno" e a direção já era do lado esquerdo. No caso dos ônibus mais antigos, com direção na direita, eles têm de colocar uma pessoa ao lado do motorista para orientar as ultrapassagens. Esquisito, né?


Notamos que o Budismo é importantíssimo no cotidiano dos birmaneses. Não são somente folhas de ouro que as pessoas colocam nos vários Budas, mas também dinheiro. Vimos muitas notas de quiates (moeda do país) doadas, pelos locais abertos ou em caixas de acrílico transparentes, sem nenhuma tranca, próximos aos Budas.




Bagan é a cidade dos templos. São mais de 2000. Visitamos muitos deles e todos têm histórias milenares.

A maioria deles foi construído entre os séculos XI e XIII, durante o tempo em que Bagan foi a capital do Primeiro Império Birmanês.



Nos instalamos no Zfreeti Hotel. Achamos o mesmo com bom custo benefício. O quarto era confortável e o café muito bom. A piscina era excelente, ainda mais para refrescar o calor do final de março e seus quase 40 graus. A localização é em Nyaung U, região que fica o comércio e os restaurantes. Veja o mapa:



Old Bagan é onde ficam os templos, mas o hotel aluga bicicleta elétrica por 3 dólares ao dia e esta é essencial para os passeios.




No primeiro dia visitamos a Shwezigon Pagoda que fica perto do hotel. Dizem que é uma réplica do famoso Shwedagon de Yangon. Garantimos, após conhecer ambos, que deve ser uma lembrança apenas pelo formato em miniatura e pela sua importância religiosa em Bagan.




Vimos muitos birmaneses visitando esta Pagoda e até fizemos uma doação ao Buda meio “forçada” já que uma menina nos pegou na entrada dizendo algo como "quer conhecer o local sagrado do Buda ?" e ao chegarmos nele jogamos algumas flores e água no Buda. Então, uma senhora nos disse que teríamos de “doar” quiates para receber as benesses. Tipo golpe!


Na segunda-feira, 27 de março, fizemos o passeio de balão e ficou na nossa memória eternamente. Inesquecível!

Não foi só pelo passeio, mas também pela assunção de compromisso entre mim e a minha mulher em pleno voo, materializado pela entrega das alianças. A Carla nem desconfiava! Fiz surpresa e ela quase desmaiou...Os outros turistas aplaudiram muito e nos parabenizaram. Muito legal! Compramos o passeio com antecedência, via internet, na empresa Golden Eagle Ballooning. http://goldeneagleballooning.com/. Nos buscaram no hotel bem cedinho, cerca de 5 h e chegamos na área dos balões para um café da manhã por volta das 5:30 h.










Decolamos antes do nascer do sol, cerca de 6 h e tivemos o privilégio de vê-lo em voo. Veja algumas memoráveis fotos:






O passeio foi bem caro, porém valeu cada centavo. É demais a sensação de ver o sol nascendo laranja em um cenário mágico e cercado de tantos outros balões. Por ser uma vez na vida, então não perdemos esta oportunidade e ainda, tornamos mais especial com o nosso compromisso de casados. Curtimos muito este dia inesquecível:






Após quase 1 hora de voo, pousamos e fomos resgatados de barco. A surpresa ainda não havia acabado e celebramos com champanhe, bolo e frutas. Brindamos então, a nossa felicidade de casal:










Chegamos de volta ao hotel a tempo para mais um café e depois saímos para conhecer a Old Bagan e os seus templos. Visitamos os templos Htilominlo, Sulamani, Dhamamayangyi e Thatbyinnyu.

De uma maneira geral os templos e pagodas estão malconservados. Era até incomodo andar descalço dentro deles, pois o chão era muito sujo de cocô de morcego, etc. Normalmente são quatro entradas e todas com um Buda em alguma posição em pé, sentado ou deitado. Os templos têm boa iluminação e ventilação natural. Muito comércio em volta dos maiores, como o Dhamamayangyi, por exemplo. Aliás este último, o maior de todos, tem uma característica interessante. O rei determinou que os tijolos fossem colocados tão juntos que nem sequer uma agulha pudesse passar entre eles. Os operários que falhassem, teriam seus braços arrancados. Vixe!








O que impressiona em Bagan não são os monumentos em si e sim o conjunto da obra. Andar sem direção entre as ruínas e os vários templos é maravilhoso. A cidade ainda mostra resíduos do terremoto de agosto de 2016.


Como em Mandalay, na hora do almoço, interrompemos a visita devido ao calor. Por fim, fomos a Pagoda Shwesandaw para ver o pôr do sol. A vista de 360 graus é fantástica. Porém é difícil de achar um bom lugar de tanta gente que sobe lá com o mesmo propósito. Ainda bem que compramos uma água antes de subir, pois a Carla quase passou mal de tanto calor e sede. Depois descobrimos que os birmaneses utilizam algum condimento (não lembro qual), que torna a comida mais saborosa, porem dá muita sede.









Na terça-feira, como o voo era somente bem tarde, ainda visitamos o Templo Ananda. Aliás este era um dos poucos que vimos sendo restaurado e com recursos da Índia. “É o mais visitado e é cotado como o mais bonito de Bagan. É também um dos maiores e mais bem preservados. Teria sido construído entre 1090 e 1105. O Ananda é ricamente decorado, com telhas, pináculos, portas esculpidas e uma série de estátuas de Buda”.






A tarde nos refrescamos na piscina do hotel, regada a uma cerva local e depois, embarcamos às 19 h para Yangon (maior cidade do país), pela Yadanarpon Airlines (https://www.airmyp.com/).



Nos hospedamos no Hotel The Loft. Gostamos bastante das acomodações. O staff era super atencioso. O Quarto era bem confortável. A localização era excelente, inclusive fomos a pé visitar a pagoda Shwedagon. Mas a rua do hotel e os prédios ao redor estavam caindo aos pedaços. Perto dali, entramos em um shopping recém construído, ainda com lojas por alugar, muito luxuoso. São os sinais da abertura política e econômica do país.


No dia 29 de março começamos o dia visitando o mercado Bogyoke, distante cerca de 100 metros do hotel. O mesmo tem muitas lojinhas vendendo roupas, artesanato, lacca e joias, especialmente de jade.

Notamos que algumas vendedoras usavam roupas mais despojadas do que no restante do país, como bermudas, por exemplo.




Depois passeamos a pé e fomos até uma praça bonita onde fica a prefeitura e Yangon Heritage, uma área com prédios históricos.




Neste passeio vimos muitas barracas de comida embaixo de um sol escaldante:




Marcante também é que o adoçante na maioria dos países asiáticos é conhecido pela marca e não pela palavra 'sweetener':



Deve ser algo como o nosso barbeador ou lâmina 'gillette'. Penamos para descobrir o 'equal'.


De lá, fomos de táxi até o maior Buda deitado do mundo (Chaukhtatgyi Paya), com 65 metros. Ele fica dentro de um grande galpão.





Paramos o tour para o almoço, como nos últimos dias. Saímos quase ao anoitecer, fugindo do calor, para visitar a 'Pagoda Shwedagon (de shwe, ouro, e dagon, antigo nome de Yangon).

Em birmanês: ရွှေတိဂုံရာ.

`É uma estupa extraordinária. Este lugar santo budista é o primeiro centro religioso da Birmânia, porque segundo a lenda, contem as relíquias de quatro antigos Budas, com oito cabelos do Buda Siddhartha Gautama.' Wikipedia.


No caminho, passamos por um local que estava sendo preparado para uma cerimonia budista, cheio de tapetes:




A pagoda à noite é realmente encantadora. Muito, mas muito ouro mesmo, a deixa mais bonita ainda. A atmosfera religiosa do local também é contagiante, pois a maioria esmagadora de visitantes é de birmaneses. Disparado é a melhor atração da cidade!

















Assim, encerramos nossa visita ao Myanmar e com gostinho de quero mais, pois adoramos os birmaneses e seu país. Tivemos a grata oportunidade de mergulhar numa cultura surpreendente e BEM diferente da nossa. Assumimos o compromisso de casados em Bagan e por isto tudo, o Myanmar ficará eternamente gravado em nossas memórias.

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