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Planejamento e preparativos do mochilão pelo SE Asiático.


Mochilão de 2017


O Planejamento do mochilão pelo Sudeste (SE) Asiático começou em julho de 2016, logo após eu ser demitido. Minha mulher tinha um negócio próprio com duas sócias e combinou com as mesmas que tiraria uma licença bem prolongada no início de 2017. Assim, iniciamos a realização de um sonho, que seria o de viajar pela Oceania e Sudeste Asiático por pelo menos quatro meses. Quase um semestre sabático.

Com a ajuda de vários sites e blogs da internet, procurávamos as primeiras informações que subsidiariam a nossa viagem.


Não lembro a ordem exata da pesquisa, mas creio que o primeiro blog que nos inspiramos foi o 360 meridianos e aqui vai nosso agradecimento especial a este blog, assim como a todos os demais blogs que consultamos e destacamos aqui.


Ali aprendemos uma das dicas mais importantes da viagem, o guia das monções asiáticas, inclusive por eles citado que: “nossa temporada na Tailândia não foi exatamente agradável. A gente coloca boa parte da culpa disso na nossa burrice no planejamento nas monções. Foram dias e dias de chuva que não nos permitiam ir nem na esquina comprar pão.” http://www.360meridianos.com/2013/11/guia-de-moncoes-asiaticas.html . Extraído da Internet.

Outra dica importante, já do blog Compartilhe Viagens, (http://compartilheviagens.com.br/como-organizar-um-mochilao-pelo-sudeste-asiatico/ ), foram os vários vistos que necessitaríamos ao longo da viagem.


Assim começávamos a descobrir as dicas e os vários roteiros que serviriam de base para o nosso mochilão. Lembro-me que no início do planejamento, os vários nomes das cidades que eu lia eram bem difíceis de memorizar, bem diferente de hoje em dia. Passei o primeiro mês praticamente só lendo as várias informações e salvando-as nos favoritos.


Nossa ideia inicial seria a de passar um mês na Oceania e a seguir conhecer os seguintes países no sudeste asiático: Indonésia, Cingapura, Malásia, Tailândia, Myanmar, Laos, Vietnã, Camboja e Filipinas. As cidades, o roteiro e o tempo em cada uma delas foi um quebra-cabeça difícil de montar. Percebemos que na maioria dos relatos pouca gente conta derrota, ainda mais em se tratando de gostos. Assim, quase todas as cidades acabam sendo atraentes, principalmente para quem viaja sem tempo e destino definido.

Um exemplo interessante que faço questão de destacar é o blog Ideias na Mala que fez um roteiro de 7 semanas pelo S.A e destacou o que fazer em cada cidade e ao final o que faria diferente, assumindo que teria mais tempo. (http://ideiasnamala.com/2015/04/23/roteiro-sudeste-asiatico/ ).


Gostamos da ideia e faremos o mesmo aqui no final da viagem desse mochilão inesquecível (no post sobre o Camboja)!

Já adianto que alteraríamos uma coisa ou outra no planejamento da nossa maravilhosa experiência pelo S.A. , mas no geral saiu tudo redondinho e faríamos tudo de novo!

Em relação às bagagens, agradecemos ao blog Apure Guria que descreveu no tópico Mochilão na Asia: o que levar, item por item, na sua bagagem. (http://apureguria.com/asia/mochilao-na-asia-o-que-levar/). Foi de grande ajuda!

Como visitaríamos a Nova Zelândia, que mesmo em janeiro (verão por lá) tem temperatura mínima de 10 graus, acrescentamos algumas roupas de frio. E mesmo parecendo incrível, conseguimos sair do Brasil com uma mochila de 8 kg, a minha e uma de 10 kg da minha mulher.


As passagens aéreas e os hotéis na maioria das vezes fazíamos a reserva nos sites Kaiak

Saímos do Brasil com quase todas as reservas feitas até o final do mês de abril. Deixamos para fazer as reservas das Filipinas, que ocorreria no mês de maio e do regresso para o Brasil, no decorrer da viagem.

Cabe ressaltar, que para um bom planejamento, não podem ser esquecidos os vistos de entrada necessários em alguns países, o estudo do período das monções asiáticas, a bagagem a ser levada, a grana a ser utilizada, o seguro saúde, as reservas dos vôos e dos hotéis com antecedência, a fim de se obter economia.

Em relação ao dinheiro a ser utilizado, nós levamos dinheiro em espécie, cartões de crédito, cartões pré-pago (VTM) e cartões de debito. Para nós, o que se tornou bastante conveniente foi o cartão de débito. Isso porque ele faz a conversão imediata do país em que nós sacávamos, para o real. Porém, tem que ser pedida a liberação do mesmo para saques no exterior, nos mesmos moldes que o cartão de crédito. A vantagem do débito em relação ao cartão de credito é que a conversão é no momento do saque e não com o vencimento da fatura. Ambos pagavam 6% de IOF, na época da viagem.

Outra dica, que só percebemos já viajando, foi que poderíamos ter pedido a suspensão da conta telefônica ainda no Brasil, já que ficaríamos pelo menos 4 meses fora e praticamente em todos os países visitados usamos um chip pré-pago de alguma operadora local, com conexão à internet. Ainda sobre o assunto conta telefônica, um auxílio que nos foi bastante útil foi o de ter colocado 50 reais de credito para ligações telefônicas no Skype. Quando se liga do exterior pelo skype, para um telefone fixo no Brasil o custo é de centavos por ligações de muitos minutos. As ligações que fizemos para os bancos, operadoras de telefone, seguradoras de saúde e para resolver outros problemas que foram necessários, sempre foram pelo Skype.

O seguro saúde que fizemos antes de viajar, foi da World Nomads, (https://www.worldnomads.com.br/ ) que atendeu perfeitamente. O valor por pessoa foi de R$844,00. A primeira vez que utilizamos o seguro foi na Nova Zelândia, onde fomos direto para uma clínica em Queenstown e de lá telefonamos para o World Nomads. Este não é o procedimento correto, já que não era uma emergência. Nesses casos, quando dá para esperar, o melhor procedimento é telefonar ou passar um e-mail dizendo sua localização e esperar que a seguradora lhe informe qual o Hospital ou Clinica que devemos nos dirigir. No Vietnã assim procedemos e fomos muito bem atendidos.

Outra providência antes de viajar foi o de nos tornarmos sócios do Hostelling International. Custou 15 euros por pessoa e valeu muito a pena, já que na Nova Zelândia (NZ) e Austrália utilizamos o YHA - Youth Hostel Association, uma rede de hostels recomendada pelo governo da NZ e que foi um ponto muito positivo da nossa estadia naquele país.

Assim, após muito estudo, definimos o nosso roteiro que detalharemos ao longo da viagem, mas que resumiremos a seguir:

Nova Zelândia: 17 dias

o Auckland

o Hamilton

o Rotorua

o Lake Taupo

o Wellington

o Nelson

o Greymouth

o Franz Joseph Glacier

o Queenstown


Austrália: 14 dias

o Sidney

o Ayers Rock

o Melbourne

o Cairns


Indonésia: 15 dias

o Bali (Kuta)

o Bali (Ubud)

o Gili Islands

o Surabaya

o Vulcões Bromo e Ijen


Cingapura: 3 dias


Malásia: 7 dias

o Kuala Lumpur

o Langkawi


Tailândia: 26 dias

o Koh Lipe

o Krabi

o West Railay

o Koh Phi Phi

o Koh Phangan

o Koh Tao

o Chiang Mai

o Chiang Rai

o Chiang Khong


Mianmar: 7 dias

o Mandalay

o Bagan

o Yangon


Laos: 7 dias

o Houi Xai

o Pak Bang

o Luang Prabang

o Vientiane


Vietnã: 16 dias

o Sa Pa

o Hanoi

o Halong Bay

o Hue

o Hoi An

o Ho Chi Minh (Saigon) e Cu Chi Tunels (Bate & volta de Ho Chi Minh)


Camboja: 4 dias

o Siem Reap


Dubai: 5 dias


Nós somos o João Dael (eu) e a minha mulher Carla.

Para concluir essa introdução e antes de começarmos a contar as nossas aventuras, vamos revelar o motivo da escolha do nome do nosso blog: TRILHAS E MILHAS H2O

H2O é uma marca nossa! Como se fosse uma logo que trazemos conosco desde que nos conhecemos. Sempre comentávamos como era incrível e perfeita a nossa química e brincando comparávamos à fórmula da água: eu o H2 e a Carla o O....e assim "pegou"...e assim ficou! Entenderam agora?

Vamos então ao que interessa!




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