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Singapura



Em mais uma etapa do mochilão aportamos em Singapura. Já sentimos na chegada que o país seria uma ótima surpresa.

Singapura é uma cidade nação. “Cerca de 5 milhões de pessoas vivem em Singapura, dos quais 2,91 milhões nasceram no local. A maioria da população é descendente de chineses, malaios e indianos. Há quatro línguas oficiais inglês, chinês, malaio e tâmil. O país é o que apresenta o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos países asiáticos (9° melhor do mundo em 2014)”.


O aeroporto Changi (já eleito o melhor do mundo) é o principal aeroporto de Singapura e um dos mais importantes aeroportos do sudeste da Ásia. Em 2013 recebeu 53,7 milhões de passageiros e recebe diariamente 136,738 passageiros”.


Como comparação, Cumbica em São Paulo recebeu 36 milhões em 2013.

Após pegarmos o metro, saltamos na estação mais próxima ao hotel reservado. Andamos uns 20 minutos e... que furada! Reservamos o Kam Leng Hotel e era uma espelunca, mas não sabíamos que seria assim. Pelos comentários do TripAdvisor até parecia ser bem localizado e com boas referencias. Nada disto! Foi decepcionante. Primeiro a localização, péssima, pois é longe do metro. Segundo, pois é um hotel sujo e o quarto ruim. O banheiro era péssimo e por fim o quarto era ao lado de uma rua bem barulhenta no bairro Little India. Reservamos outro hotel pelo Agoda e fugimos do mico. Nesta mesma noite fomos para o hotel Clover 5 Hong Kong Street. Sua localização é bem central, em uma área nobre da cidade, nas imediações da baía de Singapura. Faz-se tudo a pé. Entretanto ficamos num quarto minúsculo por 130 USD$. Não tinha espaço pra nada e a cama encostada ao lado da janela. Além disso, o café da manhã era cobrado a parte.


No sábado fizemos um tour a pé nas proximidades do hotel e da baía de Singapura. Vimos uma cidade desenvolvida, super limpa e segura. Singapura é um lugar cheio de atrações turísticas, com criações inovadoras e muitas vezes grandiosas, o que faz com que alguns pontos turísticos sejam destaque não apenas na cidade, mas no mundo.

Neste passeio, vimos o Hotel Flurerton, o Merlion, o MBS (Marina Bay Sands), ArtScience Museum em formato de flor de lótus, Helix Bridge (ponte espiral), etc. Paramos na Clark Quay, às margens do rio Singapura, um dos melhores lugares da cidade pra almoçar e saborear a comida de Singapura (cada caranguejo gigante!!). Confira as fotos do passeio:










Ao entardecer fizemos um passeio no Singapore River Cruise pela Clarke Quay. Foi fantástico passarmos esse final de tarde no rio, diante de um cenário tão bonito......







Finalizamos o passeio com uma cerva:



No dia 26 de fevereiro mudamos de hotel. E adivinha para onde...!!!.... Um sonho! MARINA BAY SANDS!! Isso mesmo...o hotel com a piscina "borda infinita" mais alta do mundo! Fomos a pé, pois a distância era pequena. No caminho ao passarmos fora da faixa de pedestres, o guarda nos chamou para oferecer ajuda. Achou que estávamos perdidos. Paramos ainda para uma foto no Merlion:


Sorte a nossa, que conseguimos fazer um check-in antecipado no MBS (470 dólares singapurianos - SGP$). Tudo lá é grandioso, assim como o resto do país. São 2.500 quartos! Muita gente mesmo, principalmente chineses. Mas o atendimento não deixa a desejar, já que os funcionários são muitos e exemplares.




O quarto é muito grande e tem até automatismo para abrir as cortinas. A piscina, com sua borda infinita, é a Master Piece do hotel. A sauna e a academia são excelentes e tem vistas de tirar o fôlego. Além disto tudo, ainda tínhamos janela para o Gardens by the Bay. Sem mencionar que a estação do metrô é dentro do hotel. Pena que é caro rsrs. Fotos:






A noite fomos jantar em um restaurante italiano do shopping, que é praticamente dentro do hotel. Vimos no elevador a propaganda de uma promoção nesse restaurante chiquérrimo e fomos atrás. Resultado... prato mínimo! O pior é que estávamos morrendo de fome. Ainda bem que de vez em quando passava uma bandeja de pães que era cortesia. Adivinha!?? Caímos dentro do pão kkk. O garçom começou até a fugir de nós. Mas foi o que safou! E para completar, sem querer acabamos pedindo uma água com gás e o garçom trouxe uma Pelegrino de 18 SGP$. Que estrago! Mesmo assim a noite foi maravilhosa, pois estava junto do meu amor e demos muita risada.



O MBS é muito mais do que um simples hotel. "É um resort e complexo de entretenimento que em pouco tempo se tornou uma das atrações conhecidas da cidade. O complexo abriga um cassino, um teatro, um museu e um shopping. 





O lugar parece ter sido construído para impressionar. Sua arquitetura é um tanto inovadora e sofisticada — o hotel é formado por três grandes torres independentes com 57 andares cada, conectadas por uma cobertura enorme, conhecida como Sands Sky Park. Na cobertura do hotel, a 200 metros de altura, existe um observatório para admirar a cidade, restaurantes, bares e uma piscina de borda infinita com 150 metros de comprimento!" Internet. Mais fotos:








Aproveitamos que o Gardens By the Bay é ao lado e fomos visita-lo. O caminho entre o hotel e o jardim também é maravilhoso!



O jardim é um 'must see' da cidade. Fomos lá duas vezes. Uma de dia e outra à noite, quando assistimos ao show das árvores gigantes com música (19:45 h). Além de ser imperdível, o jardim ainda possui duas estufas gigantes e uma delas, a Rain Forest é demais. Nela está a maior cachoeira 'indoor' do mundo e as plantas são naturais e iradas.





Assistimos também ao show de luzes do Marina Bay Sands. Muito legal! As imagens são projetadas na água.


Na segunda-feira fizemos o check out às 11 h e ficou um gostinho de quero mais, tanto do hotel quanto de Singapura. Ficamos apenas um dia no MBS e não curtimos o suficiente as facilidades do hotel. Creio que um dia a mais seria o ideal, assim como um dia a mais em Singapura. Não fomos por exemplo ao complexo de Sentosa, por pura falta de tempo. O país nos deixou uma ótima impressão. Como dissemos anteriormente, em primeiro lugar a educação e o IDH altíssimo. Certamente um dos pilares do país, onde tudo parece perfeito e é difícil vermos falhas; em segundo lugar, pela limpeza pois não vemos sujeira alguma; em terceiro, pela segurança. Em quarto lugar pela dura aplicação das leis. Lemos em muitos lugares que as multas são pesadas. Entre elas a de cuspir chiclete no chão ou comer durian em público (uma fruta asiática com um cheiro pouco agradável).

Outro fator que contribui para tanto sucesso, pode ser até ‘achismo’ nosso, talvez seja o budismo, maioria religiosa do país. Cremos nisto, pois nos países do Sudeste Asiático que visitamos deve haver uma forte influência da religião na formação das pessoas. Nos sentimos muito seguros a qualquer hora do dia e nunca nos preocupamos com nenhum tipo de violência. Claro que para funcionar assim, além da educação e cultura do povo, as leis têm que ser cumpridas, sem impunidade.

Enfim, apesar de pouco tempo, curtimos muito a cidade nação!

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