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EGITO ALÉM DAS PIRÂMIDES - parte 2

  • há 3 horas
  • 12 min de leitura



Continuando a viagem épica por esse país surreal, damos início ao tão sonhado cruzeiro pelo Rio Nilo.


E se você não leu ainda o início dessa grande aventura, corre lá no Egito parte 1 para não ficar de fora dos lugares incríveis que já passamos até aqui.


☀️ Dia 7 (17/05): Abu Simbel e a crocodilagem em Kom Ombo.


Nosso primeiro dia de navegação no luxuoso H/S Nile Capital começou com um grande dilema... ou melhor, um grande despertador: 4 da manhã!





O motivo? A visita opcional aos majestosos Templos de Abu Simbel, que exigia uma viagem de 3 horas de van para ir, e 3 horas para voltar. Se no Cairo recusamos as 6 horas de estrada para Alexandria em prol da piscina, aqui a decisão foi o oposto: Abu Simbel valeu cada segundo de "sacrifício"!

Falando sobre o Rio Nilo, parecia que estávamos dentro de um filme. O rio é lindo, enorme e é simplesmente maravilhoso ir observando as outras embarcações, os pescadores e os moradores das áreas próximas ao rio.


🌅 Abu Simbel: O sacrifício que virou recompensa


Apesar do desconforto da van e da madrugada, não poderíamos perder o maior feito arquitetônico de Ramsés II e Nefertari.

Por que valeu a pena levantar às 4h:


  1. A magnificência de Ramsés: Os dois templos são imponentes. O maior é dedicado a Ramsés II, com suas quatro estátuas colossais na fachada; o menor é dedicado à sua amada esposa, Nefertari.

    É a maior demonstração de poder e devoção conjugal do Antigo Egito.





  1. O milagre do resgate: Assim como Philae, Abu Simbel é uma maravilha da engenharia moderna. Para salvá-lo das águas do Lago Nasser após a construção da Represa de Aswan, o templo foi cortado em blocos e movido para uma colina artificial mais alta. Ver essa obra-prima intacta é celebrar a história antiga e o esforço contemporâneo.





Chegar lá ao nascer do sol, depois de tanto esforço, transforma a vista em uma recompensa épica.









🐊 Navegação e o Deus Crocodilo


Voltamos ao conforto do nosso cruzeiro para o almoço, enquanto o navio iniciava a suave navegação pelo Nilo. À tarde, atracamos na cidade de Kom Ombo para uma visita totalmente diferente, diretamente na margem do Nilo.







O Templo de Kom Ombo é único por ser um templo duplo, com entradas, pátios e santuários dedicados a dois deuses em lados opostos:

  • Sobek: O deus crocodilo (associado à fertilidade e ao Nilo).

  • Haroéris: A forma mais antiga de Hórus, o deus falcão.







Possui um Nilômetro (usado para medir o nível da cheia do Nilo). Outra curiosidade aqui é o adjacente Museu do Crocodilo, onde estão expostas várias múmias de crocodilos encontradas nas proximidades.

Sim, crocodilos! É um lembrete fascinante do perigo e da importância do Nilo na vida religiosa egípcia.






Por fim, aqui também vimos os hieróglifos que representam uma série de instrumentos cirúrgicos. O painel é notável e costuma ser um ponto de parada dos guias, pois mostra o conhecimento avançado dos egípcios na área de medicina, incluindo imagens que se assemelham a:

  • Bisturis

  • Fórceps

  • Tesouras

  • Serras ósseas

  • Cadeiras de parto (em outras partes do painel).






Essa associação com a medicina pode estar ligada ao fato de Kom Ombo ser um templo duplo, com uma seção dedicada a Sobek, o deus crocodilo, que também tinha associações com a fertilidade e as águas curativas do Nilo.





Seguindo iniciamos a navegação até Edfu. Porém, o dia não terminou por aí! A noite reservava a tradicional festa à fantasia no navio.

Uma excelente oportunidade para relaxar e socializar.

Um dia completo: história milenar pela manhã, cultura excêntrica à tarde e festa divertida à noite!








🦅 Dia 8 (18/05): A perfeição de Hórus e a majestade de Karnak


O terceiro dia de cruzeiro nos reservou uma jornada inesquecível do Alto Egito até a antiga Tebas (atual Luxor).


🏛️ Edfu: O templo de Hórus em perfeito estado


Bem cedo, por volta das 6h30 da manhã, saímos para visitar o Templo de Hórus em Edfu. E valeu o esforço matinal!

Este templo é considerado o mais bem conservado de todo o Egito. O motivo é simples, mas fascinante: ele passou séculos enterrado sob a areia e o lodo do Nilo, o que o protegeu do desgaste do tempo e da destruição humana.

Curiosidade Essencial H2O

O Deus Falcão e a Perfeição

O Deus Protetor

O templo é dedicado a Hórus, o deus falcão, uma das divindades mais importantes do panteão egípcio.

Paredes que Falam

Por estar intacto, os hieróglifos e relevos nas paredes contam histórias detalhadas sobre o mito de Hórus e Set, servindo como uma verdadeira enciclopédia visual.

O Pátio e o Pilone

A fachada (pilone) e o pátio central são de uma escala impressionante, dando uma noção exata da arquitetura ptolomaica.






⛵ A Eclusa de Esna: logística no Nilo


Voltamos ao barco, que iniciou a navegação em direção a Luxor. O ponto alto da viagem pelo rio foi a passagem pela Eclusa de Esna.









O que é a Eclusa? É uma espécie de elevador de água construído para permitir que os navios superem a diferença de nível do Rio Nilo, que varia por conta da barragem. Passar por ela é uma experiência de engenharia incrível e um ótimo momento para observar a vida local às margens do rio e os ambulantes de barco que fazem proezas para vender!






☀️ Tarde na antiga Tebas: Os tesouros de Luxor




Após o almoço a bordo, desembarcamos em Luxor, a antiga capital de Tebas, para a grande dobradinha da tarde:


1. O templo de Karnak: A cidade de Deus


Nossa primeira parada foi Karnak, que não é apenas um templo, mas um complexo gigantesco construído ao longo de 2.000 anos.

O ponto que rouba a cena é a Grande Sala Hipóstila, uma floresta de 134 colunas maciças, algumas com mais de 20 metros de altura. Andar por ali faz você se sentir um inseto e é um momento de reflexão sobre a devoção dos faraós, que competiam em ambição para construir a maior parte deste santuário dedicado a Amon-Rá.





O Escaravelho de Karnak:


  • Está localizado perto do Lago Sagrado (Holy Lake), dentro do complexo do Templo de Karnak.

  • O escaravelho (besouro) era um poderoso símbolo no Antigo Egito. Ele representa o deus Khepri (ou Khepra), que simboliza o sol da manhã (o sol renascendo) e, portanto, é um símbolo de criação, renascimento, transformação e boa sorte.

  • Segundo a lenda popular entre os guias e turistas:

    Dar 7 voltas ao redor do escaravelho (geralmente no sentido anti-horário) pode trazer sorte ou a realização de um desejo. Apesar do calor, demos as 7 voltas. Ah, e claro que trouxemos um escaravelho de souvenir!




2. O templo de Luxor: A jóia iluminada


Em seguida, visitamos o vizinho Templo de Luxor, a "jóia da cidade". Este templo era ligado a Karnak pela famosa Avenida das Esfinges, que está sendo restaurada em todo o seu esplendor.

  • Foco na Beleza: Enquanto Karnak impressiona pela escala, Luxor encanta pela elegância. Construído principalmente por Amenhotep III e Ramsés II, ele era o foco do principal festival de Tebas.

  • O Obelisco de Paris: Na entrada, você verá apenas um obelisco. O outro está hoje na Praça da Concórdia, em Paris, um "souvenir" que a França ganhou no século XIX!

Foi um dia de gigantes e um verdadeiro banquete para os olhos, encerrando a fase mais intensa de templos do nosso cruzeiro.





👑 Dia 9 (19/05): Jóias do Egito — O Vale dos Reis e o Templo da Rainha 'Ketchup'!


Nosso último dia na antiga Tebas (Luxor) foi dedicado à margem ocidental do Nilo, a terra dos mortos, mas que para nós, estava mais viva do que nunca! Este foi o dia mais quente da nossa viagem até agora. O sol do deserto estava tão intenso que o iphone da patroa simplesmente desligou por "overtemp", atingindo a marca de 50 graus centígrados mais de uma vez. Uma prova de que, no Egito, a hidratação e a sombra são tão importantes quanto o filtro solar!


🎨 O Vale dos Reis: uma disputa pelo título de melhor atração


Visitamos o lendário Vale dos Reis, a necrópole onde os faraós do Novo Reino (incluindo Tutancâmon e Ramsés II) foram sepultados em túmulos escondidos sob o deserto. Tivemos acesso à alguns túmulos, dentre eles Ramsés II e IX. Um destaque particular foi o teto da tumba de Ramsés IX, que é simplesmente fantástico, uma obra de arte que nos fez olhar para cima por longos minutos. O que vimos ali no vale, para nós, disputa o título de "jóia do Egito" com Abu Simbel e as Pirâmides. 

A grandeza aqui não é externa, é interna. As pinturas e hieróglifos que cobrem as paredes e tetos das tumbas parecem ter sido pintados há dez anos e não há quase cinco mil! 

As cores vibrantes — azuis, vermelhos e amarelos — mantêm uma intensidade surreal, contando histórias detalhadas sobre a jornada do faraó para o mundo subterrâneo. É uma imersão na cultura que transcende o tempo.

Se há um lugar onde a história se sente viva, é aqui.












No coração do Vale dos Reis, a tumba KV62 do jovem faraó Tutancâmon tornou-se a descoberta arqueológica mais célebre da história, após ser encontrada quase intacta em 1922 por Howard Carter. Falecido por volta dos 18–19 anos (c. 1323 a.C.), Tutancâmon foi sepultado às pressas em uma tumba relativamente pequena — possivelmente não planejada para ele — composta por antecâmara, câmara funerária, tesouro e anexo, que abrigavam mais de 5.000 objetos destinados a acompanhá-lo na vida após a morte, como o sarcófago de ouro, a icônica máscara funerária, carruagens, joias, armas, alimentos e vestimentas, enquanto as paredes pintadas da câmara funerária retratam sua recepção no além por divindades como Osíris e Anúbis, reforçando as crenças egípcias na jornada eterna do faraó — e, de forma excepcional, sua múmia permanece até hoje no local, dentro do sarcófago de pedra.






E como não poderia deixar de acontecer, no caminho entre o Vale dos Reis e o Templo de Hatshepsut passamos na Alabaster Factory.

É ali que fazem:

  • a demonstração de escultura manual em alabastro

  • mostram a diferença entre alabastro verdadeiro (frio, translúcido) e falso (resina)


🪨 O que é o alabastro egípcio?

É uma pedra translúcida usada desde o Egito Antigo para fazer:

  • Vasos canópicos

  • Estátuas

  • Luminárias

  • Recipientes para perfumes e óleos sagrados

Quando a luz passa por ela, fica com efeito meio “de vela acesa” ✨


🏺 Ligação com os faraós

O alabastro era muito usado em objetos funerários colocados nas tumbas, inclusive na de Tutancâmon.

Lá foram encontrados vasos e recipientes feitos exatamente desse material, destinados a guardar óleos e essências para a vida após a morte.







♀️ A imponência da Rainha Hatshepsut


Em seguida, fomos ao Templo Funerário da Rainha Hatshepsut, a faraó mulher que desafiou as tradições e se declarou rei.

Para nós, ela ganhou o apelido carinhoso de Rainha 'Ketchup'. O seu templo é inesquecível! Construído em três terraços imponentes, escavados na face do penhasco, a escala do templo é de tirar o fôlego e reflete o poder dessa mulher extraordinária.

É um contraste lindo com a austeridade das pirâmides, mostrando a evolução da arquitetura funerária.







A rainha Hatshepsut foi uma das mais notáveis governantes do Antigo Egito e uma das poucas mulheres a assumir plenamente o título de faraó. Integrante da 18ª dinastia, ela reinou por cerca de 20 anos durante o século XV a.C., promovendo um período de prosperidade marcado por grandes projetos arquitetônicos, como seu magnífico templo mortuário em Deir el-Bahari, próximo a Luxor, citado acima e onde fizemos essa visita incrível.

Seu governo ficou conhecido pela estabilidade, incentivo ao comércio e por expedições importantes, como a famosa viagem à terra de Punt, que fortaleceu as relações econômicas e culturais do Egito.





Fechamos a manhã com os gigantes Colossos de Mêmnon, duas estátuas colossais de Amenhotep III que serviam como guardiões de um templo que já não existe mais.






🏖️ Rumo ao Mar Vermelho


Após o almoço, nos despedimos do Nilo para a próxima etapa da aventura: o Mar Vermelho! Encaramos as cerca de 4 horas de traslado até Hurghada.

Chegamos ao Pickalbatros Citadel, um hotel simplesmente magnânimo!

A Maktub disse que foi um upgrade, pois não teria vagas no hotel que a excursão normalmente utiliza. Sorte a nossa, viu!





🌊 Dias 10, 11 e 12 (20 a 22/05): recarga H2O no Pickalbatros


Após o mergulho épico na história em Luxor, chegamos à nossa merecida pausa de Mar Vermelho em Hurghada. O resort Pickalbatros Citadel, foi um acerto em cheio: simplesmente espetacular! Depois de tanta história, as trilhas e milhas nos levaram a uma merecida pausa de praia, luxo e águas cristalinas.








O plano para esses três dias livres era ambicioso: a saída para o famoso passeio de barco na Ilha Gifton, uma das mais bonitas do Mar Vermelho, com paradas especiais para snorkeling em águas cristalinas.


Infelizmente, a natureza tinha outros planos para nós! Ventou forte todos os dias e a situação no Mar Vermelho era de cautela máxima: o governo egípcio proibiu a saída de barcos, após a ocorrência de dois acidentes fatais na região.


Em um dos dias, com uma pequena trégua no clima, nosso grupo me procurou. Eles sabiam do meu background na Marinha e considerando a experiência, me consultaram sobre a possibilidade de fretar um barco privado.

Consultei o boletim do tempo e percebi que o vento ainda estava forte. Minha resposta foi categórica: seria um risco, mas vocês que decidam se vale a pena. Eles acataram o conselho e não saíram.

O toque de ironia? Cerca de meia hora após a decisão, o vento deu uma trégua mais significativa! Que pena... já não dava mais para fazer o passeio.


Com o Mar Vermelho fechado para a navegação, aproveitamos ao máximo o luxo do Pickalbatros Citadel. Foram três dias dedicados ao descanso, às piscinas exuberantes e à culinária do all-inclusive.

Fizemos questão também de "ficar de molho" na praia e de nadar no Mar Vermelho, para sentir na pele tanta história que já passou por ali.









✈️ Dias 13 e 14 (23 e 24/05): O retorno à selva urbana


Os últimos dias da nossa jornada foram de transição e de um retorno inevitável ao ponto de partida: a gigantesca capital, Cairo.


Dia 23 a tarde, partimos de Hurghada para o voo doméstico de 1 hora, de volta ao Cairo.

O voo rápido foi um verdadeiro "teletransporte" da tranquilidade das praias do Mar Vermelho para a eletricidade e o caos controlado da metrópole egípcia.

Para a despedida, o tour nos reservou o Sheraton, no coração do Cairo.






Durante todos os nossos deslocamentos pela cidade, notamos uma realidade que merece ser dita: o Cairo é gigante, mas é, em grande parte, muito feio. A capital é majoritariamente cinza, com quase nenhuma arborização (a não ser nos bairros mais ricos) e uma paisagem urbana de prédios mal acabados e inacabados. O lixo espalhado pelas ruas e acumulado nas lajes dos edifícios é uma triste constatação que acompanha o viajante. O contraste entre a riqueza histórica dos faraós e o estado atual da metrópole é chocante.

A não ser que você vá para o bairro novo e mais sofisticado do Cairo que é chamado New Cairo (Novo Cairo).

Ele fica a cerca de 20–30 km a leste do centro histórico do Cairo e foi planejado como uma área moderna, organizada e de alto padrão — bem diferente da parte antiga da cidade, que é mais caótica e densamente povoada.

🌿 Como é New Cairo?

  • Urbanização moderna: ruas largas, condomínios fechados, muitas áreas verdes.

  • Casas e vilas de luxo: grandes residências com segurança privada.

  • Shoppings sofisticados: como o Cairo Festival City Mall, que tem lojas internacionais e restaurantes elegantes.

  • Escolas e universidades internacionais, incluindo a American University in Cairo, cujo campus principal fica lá.

  • Ambiente mais tranquilo e limpo em comparação ao centro do Cairo.

💰 Quem mora lá?

Principalmente:

  • Empresários

  • Diplomatas

  • Estrangeiros

  • Egípcios da classe alta

É considerado um dos endereços mais caros do Egito atualmente.


🌍 Por que foi criado?

O governo egípcio começou a desenvolver áreas como New Cairo para:

  • Desafogar o centro histórico

  • Criar bairros planejados

  • Atrair investimentos e moradores de alto poder aquisitivo

Inclusive, próximo dali está sendo construída a nova capital administrativa do país, a New Administrative Capital, que deve concentrar ministérios e prédios governamentais.



🛍️ Dia 14 (24/05): Khan El Khalili


Com o último dia livre no Cairo, a decisão foi voltar ao Bazar Khan El Khalili!

Por que voltar? O Bazar é mais do que um mercado; é uma experiência sensorial que não se esgota em uma única visita. Na segunda vez, você já está mais familiarizado com as rotas de fuga, os melhores becos e, principalmente, com a arte da negociação.

Voltamos com a missão de caçar aqueles souvenirs finais, azeitar os presentes para a família e tentar preços ainda melhores.









🛫 Dia 15 (25/05): despedida do Nilo


Chegamos ao fim da nossa aventura no Egito com um jantar "de gala", num restaurante maravilhoso!

Quinze dias intensos, cheios de história, calor e que nos fizeram sentir verdadeiros exploradores H2O.






No nosso último dia, a rotina foi o transporte para o aeroporto para o voo de regresso. Deixamos o caos organizado do Cairo, que, apesar da paisagem urbana dura, guarda tesouros insubstituíveis e nos deu lições valiosas de história.




O Egito foi uma jornada de extremos: a perfeição milenar das tumbas de Ramsés IX, o milagre de engenharia de Abu Simbel, o luxo da piscina em Hurghada e a frustração calculada de ter que abrir mão da Ilha Gifton pela segurança.


Mas o nosso regresso ao Brasilzão terá uma paragem épica! O ciclo de "pedras velhas" está longe de terminar, pois o nosso próximo destino é Atenas!

Sim, é isso mesmo. Após imergir nos hieróglifos e colossos do Egito, o casal H2O (Te amo mi amorrrr) vai agora mergulhar nas ruínas e na filosofia da Grécia Antiga.

Saímos do Egito com a alma cheia de areia, muuuuuito calor, história, e já com a mente a voar para a Acrópole. A aventura continua! Segue a gente para não perder nada desse próximo destino tão especial!


Até lá!

Casal H2O



2 comentários

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jdbelo2009@gmail.com
há 5 minutos
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Te amo!!

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Convidado:
há 5 minutos
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Wowwww. Congrats mi amoooorrrr! Que d++++++! Iradissimo!

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©2020 por Trilhas e Milhas H2O. @livingvietnam_h20

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